{"id":4056,"date":"2023-02-13T16:18:17","date_gmt":"2023-02-13T16:18:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/?p=4056"},"modified":"2023-02-13T16:19:40","modified_gmt":"2023-02-13T16:19:40","slug":"o-que-e-atribuicao-da-nacionalidade-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/o-que-e-atribuicao-da-nacionalidade-portuguesa\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 Atribui\u00e7\u00e3o da Nacionalidade Portuguesa?"},"content":{"rendered":"<h1><span style=\"font-size: 18pt;\">Direito de Sangue<\/span><\/h1>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A atribui\u00e7\u00e3o da nacionalidade confere o direito \u00e0 nacionalidade atrav\u00e9s do crit\u00e9rio <i>jus sanguinis<\/i>, por direito de sangue e passa a valer desde o nascimento. Mesmo que hoje voc\u00ea seja bisneto de portugu\u00eas, depois de cumprir todas as etapas lhe ser\u00e1 concedida a nacionalidade origin\u00e1ria, voc\u00ea ser\u00e1 portugu\u00eas desde o seu nascimento, como qualquer portugu\u00eas que tenha nascido em Portugal.<\/span><\/p>\n<div>\n<ul style=\"list-style-type: square;\">\n<li>Os filhos de m\u00e3e portuguesa ou de pai portugu\u00eas nascidos no territ\u00f3rio portugu\u00eas (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. a) da Lei das Nacionalidade (LN)<\/li>\n<li>Os filhos de m\u00e3e portuguesa ou de pai portugu\u00eas nascidos no estrangeiro se o progenitor portugu\u00eas a\u00ed se encontrar ao servi\u00e7o do Estado Portugu\u00eas (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. b) da LN) ;<\/li>\n<li>Os filhos de m\u00e3e portuguesa ou de pai portugu\u00eas nascidos no estrangeiro se tiverem o seu nascimento inscrito no registo civil portugu\u00eas ou se declararem que querem ser portugueses (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. c) da LN) ;<\/li>\n<li>Os indiv\u00edduos nascidos no territ\u00f3rio portugu\u00eas, filhos de estrangeiros, se pelo menos um dos progenitores tamb\u00e9m aqui tiver nascido e aqui tiver resid\u00eancia, independentemente de t\u00edtulo, ao tempo do nascimento (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. d) da LN);<\/li>\n<li>Os indiv\u00edduos nascidos no territ\u00f3rio portugu\u00eas, filhos de estrangeiros que n\u00e3o se encontrem ao servi\u00e7o do respectivo Estado, se declararem que querem ser portugueses e desde que, no momento do nascimento, um dos progenitores aqui resida legalmente h\u00e1 pelo menos cinco anos (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. r) da LN) ;<\/li>\n<li>Os indiv\u00edduos nascidos no territ\u00f3rio portugu\u00eas e que n\u00e3o possuam outra nacionalidade (Art\u00ba 1\u00ba, 1, al. f) da LN) .<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span style=\"font-size: 14pt;\">Quem pode prestar declara\u00e7\u00f5es\u00a0 para atribui\u00e7\u00e3o da nacionalidade?<\/span><\/h2>\n<p>As declara\u00e7\u00f5es para atribui\u00e7\u00e3o da nacionalidade s\u00e3o prestadas pelos pr\u00f3prios, por si ou por procurador bastante, sendo capazes ou pelos representantes legais, sendo incapazes.<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/dre.pt\/application\/file\/a\/650858\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Lei n.\u00ba 2\/2006, de 17 de Abril<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/dre.pt\/application\/conteudo\/216911\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Decreto-Lei n.\u00ba 237-A\/2006, de 14 de Dezembro<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Direito de Sangue A atribui\u00e7\u00e3o da nacionalidade confere o direito \u00e0 nacionalidade atrav\u00e9s do crit\u00e9rio jus sanguinis, por direito de sangue e passa a valer desde o nascimento. 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