{"id":2528,"date":"2020-07-08T17:31:25","date_gmt":"2020-07-08T16:31:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/?p=2528"},"modified":"2020-07-08T17:37:01","modified_gmt":"2020-07-08T16:37:01","slug":"pasteis-de-belem-receita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/pasteis-de-belem-receita\/","title":{"rendered":"Past\u00e9is de Bel\u00e9m &#8211; Receita!"},"content":{"rendered":"<p>Os\u00a0<b>past\u00e9is de nata<\/b>\u00a0ou\u00a0<b>past\u00e9is de\u00a0Bel\u00e9m<\/b>\u00a0s\u00e3o uma das mais populares especialidades da\u00a0do\u00e7aria\u00a0portuguesa. Embora se possam saborear past\u00e9is de nata em muitos caf\u00e9s e pastelarias, a receita original \u00e9 um segredo exclusivo da F\u00e1brica dos Past\u00e9is de Bel\u00e9m, em Lisboa (\u00fanico local cujos doces devem receber a nomenclatura\u00a0<i>past\u00e9is de Bel\u00e9m<\/i>). A\u00ed, tradicionalmente, os past\u00e9is comem-se ainda quentes, polvilhados de\u00a0a\u00e7\u00facar\u00a0em p\u00f3 e\u00a0canela. <strong>Com canela em p\u00f3 fica uma del\u00edcia!<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>O Pastel de Bel\u00e9m foi eleito em 2011 uma das\u00a07 Maravilhas da Gastronomia\u00a0de Portugal.<\/strong><\/span><\/p><\/blockquote>\n<h1><span style=\"font-size: 14pt;\">Hist\u00f3ria dos Pasteis de Bel\u00e9m!<\/span><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em\u00a01837, em\u00a0Bel\u00e9m, pr\u00f3ximo ao\u00a0Mosteiro dos Jer\u00f3nimos, numa tentativa de subsist\u00eancia, os\u00a0cl\u00e9rigos\u00a0do\u00a0mosteiro\u00a0<wbr \/>puseram \u00e0 venda uns past\u00e9is de nata. Nessa \u00e9poca, Bel\u00e9m e Lisboa eram duas localidades distintas com acesso assegurado por\u00a0barcos\u00a0a\u00a0vapor. A presen\u00e7a do\u00a0Mosteiro dos Jer\u00f3nimos\u00a0e da\u00a0Torre de Bel\u00e9m\u00a0atra\u00edam in\u00fameros turistas que contribu\u00edram para difundir os\u00a0<a href=\"https:\/\/pasteisdebelem.pt\/history\/\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\"><i>past\u00e9is de Bel\u00e9m<\/i><\/span><\/strong><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Oficina do Segredo na F\u00e1brica dos Past\u00e9is de Bel\u00e9m guarda a antiga receita secreta da confec\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o dos verdadeiros past\u00e9is de nata \u2013 os Past\u00e9is de Bel\u00e9m. Os mestres pasteleiros da Oficina do Segredo s\u00e3o os poucos detentores da receita, assinam um termo de responsabilidade e fazem um juramento em como se comprometem a n\u00e3o divulgar a receita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2533 size-full\" src=\"https:\/\/dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-natas.jpg\" alt=\"\" width=\"845\" height=\"475\" srcset=\"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-natas.jpg 845w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-natas-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-natas-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 845px) 100vw, 845px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio do S\u00e9culo XIX, em Bel\u00e9m, junto ao Mosteiro dos Jer\u00f3nimos, laborava uma refina\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar associada a um pequeno local de com\u00e9rcio variado.\u00a0Como consequ\u00eancia da revolu\u00e7\u00e3o Liberal ocorrida em 1820, s\u00e3o em 1834 encerrados todos os conventos e mosteiros de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Numa tentativa de sobreviv\u00eancia, algu\u00e9m do Mosteiro p\u00f5e \u00e0 venda nessa loja uns doces past\u00e9is, rapidamente designados por \u201c<em>Past\u00e9is de Bel\u00e9m<\/em>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca, a zona de Bel\u00e9m era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a impon\u00eancia do Mosteiro dos Jer\u00f3nimos e da Torre de Bel\u00e9m, atra\u00eda os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos past\u00e9is origin\u00e1rios do Mosteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1837, inicia-se o fabrico dos \u201c<em>Past\u00e9is de Bel\u00e9m<\/em>\u201d, em instala\u00e7\u00f5es anexas \u00e0 refina\u00e7\u00e3o, segundo a antiga \u201creceita secreta\u201d, oriunda do Mosteiro. Transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na \u201cOficina do Segredo\u201d. Esta receita mant\u00e9m-se igual at\u00e9 aos dias de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De facto, a \u00fanica verdadeira f\u00e1brica dos \u201c<em>Past\u00e9is de Bel\u00e9m<\/em>\u201d consegue, atrav\u00e9s de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje o paladar da antiga do\u00e7aria portuguesa.<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong><a href=\"https:\/\/pasteisdebelem.pt\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2532 size-full\" src=\"https:\/\/dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-belm.jpg\" alt=\"\" width=\"278\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-belm.jpg 278w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastel-de-belm-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 278px) 100vw, 278px\" \/><\/a>INGREDIENTES <\/strong><\/span><\/h2>\n<blockquote>\n<ul>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>325 g farinha de trigo<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>175 ml \u00e1gua<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>10 g sal, 250 g margarina<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>600 g a\u00e7\u00facar<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>100 g farinha de trigo<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>1 Litro de leite<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>casca de lim\u00e3o<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>1 pau de canela<\/strong><\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>170 g gema de ovo (cerca de 10 ovos). <\/strong><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<h3><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>MASSA FOLHADA<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">1. Coloque a farinha e o sal no processador de alimentos. V\u00e1 misturando a \u00e1gua. Se n\u00e3o tem um rob\u00f4 de cozinha, pode fazer tudo manualmente.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">2. Coloque a farinha e o sal numa tigela e abra um buraco no centro. Despeje a \u00e1gua no centro e comece a amassar com as m\u00e3os at\u00e9 obter uma bola homog\u00e9nea.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">3. Polvilhe levemente com farinha uma superf\u00edcie limpa e use o rolo da massa para esticar a massa at\u00e9 obter uma folha de cerca de 1 cm de espessura.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">4. Certifique-se de que a margarina esteja a temperatura ambiente, para que n\u00e3o seja muito dif\u00edcil de trabalhar. De seguida, coloque-a no centro da massa e dobre os lados direito e esquerdo da massa, sobrepondo-se no centro. Use o rolo para bater na massa com for\u00e7a, at\u00e9 ter a certeza de que a margarina no meio amolece.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">5. Dobre o ter\u00e7o inferior para cobrir o ter\u00e7o m\u00e9dio e o ter\u00e7o superior para baixo. Sele a massa pressionando suavemente as bordas com o rolo.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">6. Estique a massa at\u00e9 obter um ret\u00e2ngulo, mantendo as bordas bem quadradas e as laterais retas.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">7. De seguida, enrole a massa para formar um tubo longo. Se usar massa folhada comprada, espalhe-a com margarina na superf\u00edcie e enrole-a para formar um tubo.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>CREME<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">8. Coloque o a\u00e7\u00facar e a farinha juntos numa tigela e misture bem com as m\u00e3os para garantir que n\u00e3o haja grumos.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">9. Coloque uma panela ao lume e leve o leite com as raspas de lim\u00e3o e a canela a ferver.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">10. Depois de ferver o leite, misture o a\u00e7\u00facar e a farinha, devagar, mas com firmeza. N\u00e3o pare de mexer at\u00e9 o leite ficar espesso.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">11. Quando o leite atingir uma consist\u00eancia cremosa, retire-o do lume e deixe arrefecer. Quando estiver frio, misture as gemas e mexa. N\u00e3o o fa\u00e7a enquanto o leite ainda estiver quente.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>MONTAGEM E FORNO<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>12. Espalhe a massa folhada nos moldes pr\u00f3prios para past\u00e9is de nata.<\/p>\n<p>13. Preencha cada molde com o creme previamente preparado.<\/p>\n<p>14. Pr\u00e9-aque\u00e7a o forno Coloque os moldes numa bandeja e leve-os ao forno durante 12 minutos. Se balan\u00e7ar feito gelatina deixe mais 2 ou 3 minutos. Quando estiver s\u00f3lido estar\u00e1 pronto. Bom Apetite!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2538 size-full\" src=\"https:\/\/dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-1.jpg 1000w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2534 size-full\" src=\"https:\/\/dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"667\" srcset=\"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa.jpg 1000w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pastis-de-belm-em-lisboa-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2536 size-full\" src=\"https:\/\/dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pasteis_fabrico.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1280\" srcset=\"https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pasteis_fabrico.jpg 1920w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pasteis_fabrico-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pasteis_fabrico-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.dnacidadania.com.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pasteis_fabrico-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fontes:<\/p>\n<p>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pastel_de_nata<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"9vfpQScLc0\"><p><a href=\"https:\/\/pasteisdebelem.pt\/history\/\">Hist\u00f3ria<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Hist\u00f3ria&#8221; &#8212; Past\u00e9is de Bel\u00e9m\" src=\"https:\/\/pasteisdebelem.pt\/history\/embed\/#?secret=9vfpQScLc0\" data-secret=\"9vfpQScLc0\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os\u00a0past\u00e9is de nata\u00a0ou\u00a0past\u00e9is de\u00a0Bel\u00e9m\u00a0s\u00e3o uma das mais populares especialidades da\u00a0do\u00e7aria\u00a0portuguesa. Embora se possam saborear past\u00e9is de nata em muitos caf\u00e9s e pastelarias, a receita original \u00e9 um segredo exclusivo da F\u00e1brica dos Past\u00e9is de Bel\u00e9m, em Lisboa (\u00fanico local cujos doces devem receber a nomenclatura\u00a0past\u00e9is de Bel\u00e9m). 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